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Relatório de factos

23-08-2010 18:18
Pequenos excertos, claros factos que demonstrarão a injustiça, perante a indiferença dos "caciques", que nem a uma resposta se dignaram, depois de reclamações constantes aos mais altos signatários da Nação... Manifestações de "cabeça quente", como se costuma dizer mas "quem não sente, não é filho...

A Justiça pela Investigação - DPIC

Também aqui se evidenciam as tristezas. Se falha aqui como pode ser credível uma análise ou veredicto!

3 estórias - 3 casos:

  1. Em 2003 e após receber a minha viatura de sreviço (importada), fui vítima de acidente, identificado por agente de trânsito como sendo culpa da Empresa "Serralharia Pinheiro". Notificado o seu gerente, não só jamais compareceu como "trabalhou" para que o processo paralizasse e não cumprisse com as respectivas indemnizações.
  2. No mesmo ano fui vítima de furto de 5 splits num armazém à responsabilidade do Sr. Ramos (empresário) e Sr. Carlos Pires, chefe de escritório do Mota & Ca. declarações falsas por parte do Sr. Ramos, foram mais tarde identificados os aparelhos, tendo os mesmos sido instalados e vendidos pelo Sr. Ramos no Escritório da SECIL Marítima. A DPIC não só ignorou, como tudo fez para bloquear o processo. Informações de agentes alegaram que não podiam perturbar a empresa (que nada tem a ver com o assunto) por ser propriedade da D. Paula dos Santos. A verdade é que nem as reclamações à DPIC como à Procuradoria tiveram qualquer efeito.
  3. Desdo o início deste ano fui vítima de 2 assaltos à minha residência, onde chegaram, a ser identificados e detidos os assaltantes. Entregues na DPIC, os mesmos foram soltos sem qualquer punição.

 

Mais uma personalidade

Rejeita o Sr. Simão veementemente, a teoria de que alguma vez os SME tenham retido documentos dos portugueses em Angola! Sr. Simão porque não telefona ao seu colega em Cabinda - Sr. Vilela - e lhe pergunta porque entregou o meu passaporte ao seu (dele) amigo - Dr. Juiz Gongo - depois de o ter retido 4 meses sem qualquer justificação  ou documento justificativo, permitindo que o mesmo caducasse. Com os documentos de residência extraviados (convenientemente), coloca-me numa situação de residente ilegal, depois de 40 anos nessa terra. O passaporte, segundo fontes, só foi devolvido por pressões do Consulado Português em Luanda.