Sobre nós

Somos uma família, agora de pai e filhos separados, porque o sistema de cumplicidade e interesse pessoal, nos vitimizou. Quando a 27 de Novembro de 2008, duas crianças que choravam aterrorizadas, eram arrastadas pelo chão do tribunal de Cabinda, perante a felicidade do magistrado envolvido - Dr. Juiz Gongo e os seus cúmplices - D. Ester, escrivã do 2º cartório e Sr. Carlos Francisco do 3º, tentavam a qualquer custo e em desespero mandar-me prender.

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Documento da tranquilidade!

Delegado do SME - Cabinda

Algumas atribulações, originaram a pior solução, mas a mais tranquila. É verdade, para que pudesse respirar com algum alívio, apesar da angústia de ter de "abandonar" os meus filhos, tive de recorrer a uma "medida extrema", para sair de Angola. A situação que o Sr. Vilela dos SME em Cabinda me colocou, por reter um passaporte, que acabou por caducar, não accionando documentos legais de residência, logo não me possibilitando viajar, mesmo internamente, para que pudesse renovar o passaporte, obrigou a que tivesse de recorrer ao processo que motivou a emissão de um salvo-documento, para poder viajar pelo Congo. A obssessão em proteger a D. Magui - sua colaboradora e cúmplice na ocultação dos documentos, sub-chefe da fronteira do Massabi, continua por explicar, quem sabe os seus chefes em Luanda o consigam.

Talvez a Direcção Nacional consiga esclarecer porque é que a senhora em causa, bloqueou o processo, depois de receber tanto dinheiro. O seu chefe no Massabi - Sr. Pedrito, poderá testemunhar porque foi ele quem elaborou o último processo em 1995. Tudo isto é do conhecimento do Sr. Vilela que, terá recebido instruções do seu antecessor - Sr. Lobo - que convenientemente ignorou.

Provedor de Justiça

Renovo aqui a admiração de muitos anos pela figura do Provedor de Justiça - Dr. Paulo Tchipilica - mas fico apreensivo quanto à sua intervenção nos órgãos que difundem e interpretam a lei. Na sua recente deslocação a Cabinda em reunião com as autoridades tradicionais, disse: "As pessoas não precisam de constituir advogado. Podem dirigir-se directamente ao Provedor de Justiça" in TPA - 9 de Setembro de 2010... e acrescentou  

Todo cidadão pode apresentar queixa de poderes públicos, sempre que injustiçadoSe assim é porque não é o cidadão - reclamante - atendido nas suas reclamações? Senhor Provedor, pelo que se tem tornado público a intervenção do seu Ministério tem sido mais nos litígios políticos e os cidadãos? Será que as ilegalidades evidenciadas nos tribunais angolanos e os de Cabinda, mais referidos até pela imprensa internacional, não merecem a atenção de V.Exa.? Faz tempo que enviei, também à sua instituição as minhas reclamações, depois de as mesmas terem sido ignoradas e ocultadas pelas demais dos sectores da lei em Angola, sem que tenha obtido qualquer resposta. Acredito na sua isenção e sentido de justiça, por isso quero acreditar que este assunto possa merecer a sua atenção. Decerto não trará justiça para mim e para os meus filhos, mas decerto enaltecerá a sua figura na sociedade se forem chamados às suas responsabilidades todos os visados e protagonistas.